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Em time que está ganhando não se mexe?

Para Roberto Medeiros, presidente da Redecard, a mudança é necessária para, entre outras coisas, assegurar o retorno crescente para os acionistas e investidores. Promovido pelo Comitê de Gestão de Pessoas da Câmara Americana de Comércio (AMCHAM), o encontro reuniu, dia 14 de novembro, profissionais de RH, consultores e executivos.A Redecard é uma organização que trabalha com a mudança, visando o crescimento do consumo, maior penetração bancária, busca continua de excelência operacional, antecipação as mudanças mercadológicas, preparação para o crescimento sustentável, utilização de tecnologia que torne a empresa cada vez mais ágil e para formar um time comprometido e de alta performance.

O direcionamento da empresa tem como objetivo a satisfação dos clientes, acionistas e funcionários. Por isso, entre as mudanças promovidas para os funcionários estão:
– Metas alinhadas ao plano estratégico
– Compartilhamento de objetivos e resultados
– Investimento no desenvolvimento da liderança, com base no modelo de trilha
– Revisão de papeis e responsabilidades – Nova estrutura organizacional (alinhada com os processos de negócio)
– Estímulo a auto-gestão da carreira
– Remuneração fundamentada em resultados
– Cultura de “senso de inteligência” (fazer mais com menos)

O papel do RH na Redecard é maximizar a performance das pessoas para garantir a competitividade da companhia e agregar valor aos acionistas e clientes. Além de gerar motivação e satisfação nos funcionários. “O RH tem que ser uma ferramenta para ajudar a empresa a atender melhor o cliente”, ressaltou Roberto Medeiros. A atuação do RH no processo de mudança na organização se dá por meio de:
– Parceria na definição da estratégia
– Liderança na execução e acompanhamento
– Influenciador e agente da mudança cultural
– Fornecedor da infra-estrutura para a mudança
– Liderança no processo de envolvimento e capacitação da equipe

Uma modificação prática pela qual a empresa passou foi a mudança de endereço, da região do Itaim, em São Paulo, para a cidade de Barueri. Para evitar “ruídos” e descontentamentos a comunicação foi a ferramenta estratégica. Antes da mudança o presidente e os diretores explicaram o motivo da mudança em cafés-da-manhã, dialogando com os funcionários. A transparência foi o motivo do sucesso da operação. Junto veio também a alteração do horário de trabalho, que era das 9h às 18h e hoje é das 8h às 17h.

Com as mudanças, a Redecard reduziu os custos e as despesas, aumentou a receita e o lucro líquido, teve seus papeis valorizados acima da Ibovespa e aumentou a satisfação dos funcionários. “Não se ganha com um time em que não se mexe”, finalizou o presidente da companhia.

Fonte: site da revistavocêRH,  20/11/2008, Toni Mello

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