As pessoas são o patrimônio mais importante de uma Organização; esse patrimônio precisa ser trabalhado e lapidado; isso leva tempo. Pessoas não são como computadores; quando precisamos de uma nova funcionalidade, uma nova competência, apenas instalamos um novo software, fazemos um update e pronto, eis que resolvemos o problema. A formação de um colaborador é mais complexa, envolve a formação básica oferecida pelo Estado, além de cursos e aspectos culturais.
Em um futuro próximo o papel do profissional de RH vai mudar; cada vez está mais clara a tendência de diversificação de atividades; cada vez mais presentes, os processos de terceirização vão proporcionar ao executivo de RH mais tempo para cuidar da gestão de pessoas. É nessa área de treinamento e desenvolvimento que teremos que atuar para melhorar a formação e qualificação dos colaboradores, suprindo a falta de bons profissionais.
Mas e a contratação?
Para atuar com eficácia, o RH deve estar sintonizado com as políticas da organização, políticas no sentido latu, que envolvem cultura, missão e valores da empresa; aquele papel simplório e mecânico de contratar e demitir perde espaço para a moderna gestão de RH, onde a importância das pessoas vem em primeiro lugar; sem o fator humano não há como produzir, vender e se relacionar com o cliente; para isso a empresa deve conduzir com muita atenção sua política de contratação, deve haver alinhamento entre a estratégia da organização e os objetivos do profissional, existindo um equilíbrio entre estratégias e pessoas.
Contratar corretamente é crucial. A empresa pode hoje contar com a assessoria de consultorias especializadas em Recursos Humanos, que irão avaliar com mais recursos se as habilidades do candidato estão de acordo com o cargo. Uma vez contratado, partimos para a atividade de treinamento que deve ter foco no desenvolvimento do colaborador; é um processo contínuo e de longo prazo. Algumas das medidas de desenvolvimento que podemos destacar são: Avaliações de Desempenho; Plano de Carreira; Treinamentos internos com objetivos bem definidos; Empresas que incentivam o curso de graduação e pós-graduação; Cursos “in company” ; tudo vai depender da característica da Organização, recursos disponíveis para investimento etc.
Um exemplo interessante é a GE, para cada nove executivos apenas um não é formado na organização; o investimento nas pessoas será cada vez mais o papel do RH, que já está atuando como parceiro estratégico dentro das organizações, se dedicando a caça de verdadeiros talentos, proporcionando real desenvolvimento e deixando as atividades puramente operacionais para softwares especializados.
fonte: artigonal.com
12/fev Sem categoria 0 comentário